MUNHAC - Museu Nacional de História e Ciência Natural
O Jardim das Artes da Associação Boa Vizinhança decidiu convidar 5 artistas para participarem no “Bairro das Artes”. A exposição reflete a visão destes artistas plásticos com percursos artísticos distintos mas coincidentes na apropriação do espaço envolvente, o Museu e o Jardim que se reflecte nas propostas expositivas apresentadas rementem-nos para a terra, a memória, o barro, a gravidade, as fábulas, o efémero….
“As peças tomam forma com uma simplicidade que nos remete para o universo fantástico de um herbário único. Vestígios de uma floresta, cenário de fábulas e histórias. Há uma espécie de biologia sensorial onde podemos imaginar o que aconteceu e o que pode vir a acontecer, o porvir das peças, algumas de encaixe, que nos convidam a jogar um jogo improvável.” António Vasconcelos Lapa
“O trabalho inscreve-se numa linha de diálogo entre desenho e escultura, desafiando a matéria até aos seus limites. Questionar o vazio, o efémero, o silêncio e as memórias.” Beatriz Horta Correia
“O meu trabalho explora os fundamentos da luz e a transformação da matéria, para o qual o meu veículo de experimentação é principalmente o vidro. Tento materializar a morfologia da gravidade através da memória de um impacto, enquanto são reveladas eventualidades anteriores e dou forma às minhas acções.” María Renée Morales
“Memória de porcelana que fixa o gesto e o jeito. Parceria em que transita, conforma, de- forma, transforma, cumprindo um ciclo de compromisso omisso – aberto.” Teresa Ramos
“Escolhi a terra, a terra branca. Dar forma ao que não tem forma. São de barro branco polido e vidrado as minhas peças. O branco é a cor do papel, a cor do que não foi tocado. ” Teresa Segurado Pavão
MUNHAC – Museu Nacional de História e Ciência Natural
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